EM ESPERA !
Abril 16, 2008 by chefwaltherGALERA !
ESTOU MUITO ATAREFADO COM A VOLTA DA VELHA VIDA NOVA ! DENTRO EM BREVE VOLTO A ME COMUNICAR E A INSERIR NOVAS PARA TODOS !
ABRACO A TODOS MEUS COLEGAS E VISITANTANTES !
GALERA !
ESTOU MUITO ATAREFADO COM A VOLTA DA VELHA VIDA NOVA ! DENTRO EM BREVE VOLTO A ME COMUNICAR E A INSERIR NOVAS PARA TODOS !
ABRACO A TODOS MEUS COLEGAS E VISITANTANTES !
BABY FOOD CARE
Homemade baby foods can help you provide low-cost, nutritious foods for your little one. Commercial baby foods are convenient and safe, but they often contain more water, starch, and sugar than homemade ones.
Most babies do not need solid foods until they are about 4 to 6 months of age. Before that age most babies have not learned to swallow solid foods. The sucking reflex pushes the tongue forward in the mouth and pushes out solid foods. You can force food down the baby’s throat, but the baby is not swallowing. Starting solids too soon may contribute to gagging and choking. If you wait to introduce solid foods, you will not need to make them too liquid. Babies will be able to handle food that is slightly textured and has small lumps.
Baby’s first foods need to be soft. Some pediatricians recommend iron-fortified infant rice cereal mixed with breast milk or formula as a first solid food because rice is less likely than other grains to cause allergic reactions. Foods can be softened or mashed in a blender, food processor, food mill, or grinder. Sometimes just mashing with a fork is sufficient. If you are using foods fixed for a family meal, take out baby’s portion before adding seasonings and spices. Begin with single foods in case allergies are present. Later try combinations of fruits, vegetables, or vegetables and meats.
CEREALS: 4 to 6 months
VEGETABLES: 7 months
FRUITS: 8 months
MEATS: 10 months
EGG YOLKS: 10 months
CHEESE AND YOGURT: 10 to 12 months
1. Wash and rinse your hands and equipment thoroughly.
2. Prepare fresh fruits and vegetables by scrubbing, peeling, and removing pits or seeds. Remove all bones, skin, gristle, and fat from meats. Do not use leftovers to make baby food.
3. Cook food in a small amount of water until tender. Use the cooking water
if the recipe calls for liquid. Food also may be steamed or baked.
4. Don’t add salt or seasonings.
5. Don’t add sugar, honey, or any other form of sweetener. Babies do not need the sweet flavor. They like fruits and other foods just the way they are. Honey and corn syrup are not safe for infants under the age of 12 months because they may carry botulism spores. The digestive system of a baby cannot destroy these spores.
6. Puree or mash cooked food.
7. Package and label for refrigerator or freezer storage.
Making several servings is a good use of time, but it also requires careful storage. One to three extra servings may be stored in the refrigerator. Use cooked vegetables or fruit within three days. Raw fruit and meats should be used the next day.
To store more than three servings, freeze the prepared foods in ice cube trays. After the food is frozen, put the cubes in freezer bags. Seal tightly, label, and store up to one month. To serve, heat in a small dish or custard cup set in a pan of water. You do not need to heat the food too much.
WARNING: Use extreme caution if defrosting or heating in a microwave oven. Microwaves can heat a food unevenly and form hot spots. One spoonful may be cold, yet the next spoonful could burn your baby’s mouth. Always stir the food well before feeding your baby. Most health and child care professionals recommend against using a microwave oven to warm baby food.
VEGETABLES(for 7 months and older)
1. Use fresh, frozen, or canned vegetables. Check canned and frozen labels to see that they are low-salt or unsalted.
2. Wash and peel the vegetable, if necessary. If uncooked, cook over low heat in a small amount of water. Cool and puree or mash.
3. Some good combinations are: mashed potatoes and carrots or green beans; carrots and peas; sweet potatoes and squash; green beans and peas.
WARNING: Beets and spinach have high concentrations of naturally-occurring nitrates which can reduce the ability of the baby’s hemoglobin to transport oxygen. Use these foods in moderation or not at all until the baby reaches his or her first birthday.
FRUIT (for 8 months and older)
Follow the same procedure as for vegetables using fresh, frozen, or unsweetened canned fruit. Good combinations are: peaches and pears, banana and apricots, or applesauce and peaches.
BANANA-OATMEAL BREAKFAST (for 8 months and older)
1/4 cup rolled oats
1/2 cup formula (or breast milk)
1/3 cup whole banana
1/4 cup formula (or breast milk)
Combine oats and 1/2 cup formula. Bring to a boil, and simmer 5 minutes, stirring occasionally. Meanwhile, mash banana and 1/4 cup formula. Combine banana and oatmeal mixtures.
FRUIT AND YOGURT (for 10 months and older)
1/4 cup plain yogurt
1/4 cup cooked, unsweetened fruit
Combine, mashing lumps of fruit, if necessary.
MEAT (for 10 months and older)
1/2 cup cubed cooked meat
2 to 4 tablespoons water
Combine and puree until smooth.
COMBINATION MEAT DINNERS (for 10 months and older)
1/2 cup cubed cooked meat
1/4 cup cooked vegetable pieces
1/4 cup cooked rice, potato, or enriched macaroni
1/4 cup formula (or breast milk)
Combine and blend or mash until few lumps remain. Some good combinations are: beef, peas, and potatoes; chicken, carrots, and rice; beef, squash, and macaroni; liver, green beans, and potatoes.
MEAT BALLS (for 10 months and older)
1/2 pound lean ground beef or pork
1/2 cup mashed potatoes or rolled oats
Combine the meat and potatoes or oatmeal, mixing well. Form into balls about 1 inch in diameter. Place meatballs on a baking sheet, and bake in a 350 degree oven for 20 minutes, or cook in a skillet until done in the middle. Drain off fat. Offer the cooled meatballs as finger foods for snacks or meals. Label and store the extra meatballs in the freezer. Use within one month.
Babies sometimes choke on small foods. Make sure the meatballs are large enough not to get caught in the windpipe, and never leave the baby unattended while eating. To protect your baby from the danger of choking, offer only foods that are soft or will soften in the mouth.
LINKCHEFS: REDESOCIAL GASTRONÔMICA
ESTE LINK FOI INDICADO POR UM GRANDE AMIGO E CHEF SILVIO CAETHANO, VALE A PENA SE CADASTRAR E APROVEITAR. NO LINK PODEMOS NOS UTILIZAR DE VÁRIAS FERRAMENTAS, ASSIM COMO ESTAR ATUALIZADO COM O MUNDO GASTRONÔMICO E FAZER NOVAS AMIZADES COM PESSOAS DO RAMO. LÁ VC ENCONTRA DE TUDO !!!!!!!!!!!!!!
CHEF WALTHER DORIGHELO.
Peixe, camarão, siri, ostra e caranguejo são algumas das delícias do mar bastante consumidas no verão, principalmente por quem vive ou está passando férias no litoral. Mas, para saborear com segurança, alguns cuidados são necessários na hora da compra, do preparo e no armazenamento dos produtos, orienta a nutricionista Eda Maria Scur, do Colégio Brasileiro de Estudos Sistêmicos (CBES). “Por serem alimentos altamente perecíveis, a toxinfecção é um problema comum”. Mas nem todo mundo está em condições de degustar essas delícias, contra-indicadas em alguns tipos de doenças, como a da Gota. E, embora tenham o mesmo valor nutritivo da carne bovina, com a vantagem de serem menos gordurosos, os frutos do mar apresentam quantidade significativa de colesterol, principalmente o camarão.Cuidados ao comprarPeixes frescos: A dica de Eda Scur é verificar se a pele está firme e os olhos brilhantes e salientes. As escamas devem estar fortemente aderidas à pele e apresentarem brilho. As guelras têm que estar vermelhas e o animal deve ter cor e cheiro próprio e a cloaca fechada. Camarão: Quando for comprá-lo com casca, a cabeça e as cascas devem estar firmes ao corpo. E, em relação à cor, deve ser rosada ou acinzentada, dependendo da espécie. Frutos do mar como o polvo e a lula: devem apresentar cor roxa clara, carne elástica, olhos vivos e salientes nas órbitas.Cuidados ao armanezarPeixes: A nutricionista aconselha utilizar dois quilos de gelo para cada quilo de peixe. Carnes de frutos do mar desfiadas só podem ser vendidas acondicionadas, congeladas e com prazo de validade e número do serviço de fiscalização impressos na embalagem. Antes de congelar o peixe, é necessário limpá-lo, remover as barbatanas e escamas, retirar as vísceras, cortar a cauda e a cabeça. Para o peixe pequeno, o ideal é congelá-lo por inteiro. Se for grande, pode ser cortado em postas ou filés. Camarão: O tempo de conservação é de, no máximo, dois dias na geladeira. No congelador é possível mantê-lo um mês. Se foi adquirido congelado, pode-se mantê-lo no freezer por até 1 ano (-18ºC a -25ºC). Para que o camarão não perca o sabor ao descongelar, deixe-o descongelar dentro da Consumo de pescada faz bem à saúde Especialistas em nutrição recomendam o consumo regular de peixe, pelo menos uma vez por semana. Em sua maioria, os peixes têm menos calorias e gordura que outras carnes, sendo uma ótima fonte de proteína magra para ajudar no controle do peso, emagrecimento e diminuição das taxas de colesterol. Peixes e frutos do mar são ricos em cálcio, iodo e fórforo, essenciais para o organismo, além de serem também fontes de vitaminas A, B e D.Algumas espécies (como atum, sardinha e salmão), são ricos em ômega 3, um tipo de “gordura do bem”, que auxilia na diminuição do risco de doenças cardiovasculares, ajuda a conter inflamações e atua na regeneração das células-tronco. Como age nas células nervosas, o ômega 3 atua no combate à ansiedade e outros problemas de fundo emocional. Quem tem pressão alta também vai se beneficiar do consumo regular de peixes, principalmente de ricos neste tipo de gordura.
CHEF WALTHER DORIGHELO.
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| Combatendo a fome com alimentação alternativa* |
| <!– Quantas leituras (2706 leituras) –> |
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Autor: José Carlos Vaz
Consultores: Valdo França e Christiane Costa O acesso à alimentação suficiente para uma vida saudável é um direito a ser assegurado a todo cidadão. E o principal responsável pelo combate à fome continua sendo o poder público. A erradicação da miséria depende de modificações estruturais fora do alcance imediato das prefeituras. No entanto, os dirigentes municipais têm a obrigação política e moral de criar alternativas compatíveis com o quadro de urgência que se apresenta. O fornecimento de complemento nutricional, aliado aos serviços de atendimento às crianças (assistência médica, merenda, creche), pode gerar melhorias significativas em sua saúde e rendimento escolar. O método da Alimentação Alternativa permite um complemento nutricional de baixo custo e fácil implantação. O panorama nutricional brasileiro mostra um aproveitamento insuficiente do potencial nutritivo dos alimentos: a fome é agravada pela ausência de iniciativas para uma melhor utilização de fontes nutrientes disponíveis. Desperdiça-se a complementação alimentar de baixo custo que pode ser encontrada em folhas de hortaliças, vegetação espontânea, sementes e farelos produzidos no beneficiamento de cereais como arroz e trigo. O princípio utilizado pela Alimentação Alternativa é o da Multimistura, onde a qualidade decorre da variedade e não da quantidade. Aproveita-se toda a potencialidade nutritiva dos alimentos através da combinação de variados elementos. FARINHA MÚLTIPLA A produção de componentes nutricionais feitos a partir de farelos (de arroz e de trigo), da moagem de folhas verdes (de mandioca, batata-doce, abóbora) e sementes (de gergelim, girassol, melancia, etc.) – e sua reunião no complemento nutricional Farinha Múltipla – requer uma tecnologia muito simples: selecionar, moer, tostar e peneirar os ingredientes. O produto assim obtido é um complemento de fácil aplicação na culinária, podendo ser acrescentado à alimentação usual, sem alteração do paladar das receitas. Pode-se aprender as técnicas de produção através de um curso onde, além da confecção do produto, discute-se aspectos nutricionais, os resultados obtidos com o uso da Alimentação Alternativa, receitas para o melhor aproveitamento dos alimentos consumidos e também a recuperação de receitas tradicionais da culinária brasileira. Juntamente com o uso da Farinha Múltipla, a Alimentação Alternativa trabalha no sentido de levar ao aproveitamento máximo de alimentos como: fubá, quirela de arroz e milho, vegetação espontânea como beldroega, ora-pro-nóbis, caruru, trevo, borragens, chaguinha e cambuquira. UMA POLÍTICA SOCIAL DE COMBATE À FOME IMPLANTAÇÃO Baseado nesses estudos, o Plano de Implantação deve ser detalhado, indicando as áreas envolvidas, as etapas, metas, prazos e responsabilidades. A partir daí, pode-se organizar o fornecimento da matéria-prima, integrando ao projeto os pequenos agricultores da região. A prefeitura deve, ainda, procurar fornecedores para os produtos não assumidos pelos agricultores locais. É possível produzir a matéria-prima também em hortas comunitárias. A montagem da Casa da Farinha, para o processamento dos ingredientes, baseia-se em tecnologia muito simples. A produção pode ser administrada e operada por uma cooperativa de trabalhadores ou mesmo por uma entidade filantrópica. Nas áreas da prefeitura onde se pretende implantar a Farinha Múltipla, são necessários cursos de capacitação para os profissionais envolvidos. O acompanhamento e supervisão dos resultados requer um sistema de registro quantitativo e qualitativo da evolução do projeto. O acompanhamento é completado por um processo de animação dos funcionários, através da avaliação contínua dos resultados, troca de informações com outras experiências em andamento e apoio técnico através da Rede “Alternativas Contra A Fome”. A elaboração de uma cartilha e a veiculação de anúncios funcionam como um importante elemento de apoio. É indispensável capacitar agentes multiplicadores da proposta através de seminários e cursos dirigidos à população. RECURSOS A implantação da produção da Farinha Múltipla não exige investimentos vultosos. O atendimento a 13.000 crianças, por exemplo, requer cerca de US$ 29.000, referentes a veículos, mobiliário e instalações. A contratação de consultoria técnica especializada para promover a implantação custa entre US$ 12.000 e US$ 15.000. A fabricação da Farinha Múltipla tem custos operacionais muito baixos. Com cerca de US$ 30.000 anuais é possível atender a 13.000 crianças, o que significa aproximadamente US$ 2,31 anuais por criança (sendo que a matéria-prima representa US$ 0,60). EXPERIÊNCIAS Em Ribeirão das Neves-MG, o médico Marcos Oliveira organizou a distribuição de farelos de arroz e trigo como complemento nutricional às crianças atendidas no posto de saúde. Houve uma sensível redução do índice de perda de peso, que chegou a zero, e diminuiu o retorno de crianças com novas queixas. A partir desta comprovação clínica, pôde ser implantado um programa de saúde e alimentação escolar baseado no uso de alimentos não-convencionais. A prefeitura forneceu um fogão industrial para posto de saúde, onde o complemento, à base de mistura de farelos, era processado e vendido a preço de custo. Em Registro-SP, a experiência da Pastoral da Criança, incorporada pelo Centro de Saúde, tem possibilitado a recuperação de crianças desnutridas nas regiões mais pobres do município. Utilizando-se do princípio da Multimistura, os técnicos do Centro de Saúde têm dado orientação nutricional às mães, obtendo sensíveis melhoras nas condições gerais de saúde das crianças. É importante enfatizar o caráter de complemento deste instrumento: deve acompanhar programas de creche, reforço alimentar e assistência médica. Não é a Alimentação Alternativa que elimina a desnutrição infantil, mas sim uma política social abrangente, da qual ela faça parte. RESULTADOS 2. econômicos 3. sociais 4. ecológicos A Alimentação Alternativa possibilita o aproveitamento mais racional de recursos naturais, ao eliminar o desperdício de alimentos (e partes de alimentos) com grande poder nutritivo. 5. culturais |
CHEF WALTHER DORIGHELO
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O que é Fitoterapia?A palavra Fitoterapia deriva dos termos “Phyton” = vegetal e “Therapeia” = terapia e, segundo o Dicionário Aurélio da língua portuguesa, significa “Tratamento de doença mediante o uso de plantas”.Sendo assim, a fitoterapia é uma terapêutica caracterizada pelo uso de plantas medicinais em suas diferentes formas farmacêuticas. No entanto, no Brasil para que um medicamento seja considerado fitoterápico, ele não deve ter, em sua composição, substâncias ativas isoladas, ainda que de origem vegetal.
As matérias-primas dos fitoterápicos são plantas (folhas, caule, flores, raízes ou frutos) com efeitos farmacológicos medicinais, alimentícios, coadjuvantes técnicos ou cosméticos.
O Brasil é o maior fornecedor de matéria-prima natural para curas do mundo.
Leia mais sobre fitoterápicos em:
Definições de Fitoterápicos segundo a Legislação brasileira
DR. DEMÉTRIUS FONTES. USP.
QUANDO QUISEREM SABER DAS NOVIDADES DO MUNDO DO ROCK, ANTES QUE ELAS CHEGUEM POR AQUI, ESCUTEM A VIRGIN. AÍ VAI O LINK PARA ACESSAR A RÁDIO. VALE A PENA. E PARA QUEM TRABALHA, NÃO TEM COISA MELHOR QUE ESCUTAR O SOM DELES TODOS OS DIAS. ATÉ SEU CHEF VAI GOSTAR.
http://player.virginradio.co.uk
CHEF WALTHER DORIGHELO
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BOM, PARA QUEM NÃO CONHECE AINDA, UMA EMPRESA AMERICANA, MAS COM NOME MEIO JAPONÊS (KYOCERA) COLOCOU NO MERCADO UMA LINHA DE FACAS PROFISSIONAIS DE ALTA PERFORMANCE (KYOTOP DAMASCUS). SÃO FACAS COM LÂMINAS DE CARBONO MISTURADO COM CERÂMICA IGUAIS OS MATERIAIS USADOS PELA NASA NO ÔNIBUS ESPACIAL. O MAIS IMPRESSIONANTE É SUA DURABILIDADE, QUASE QUE INFINITA. O PREÇO NÃO É DOS MAIS SALGADOS, PARA UM PRODUTO TOP DE LINHA COMO ESTE E GARANTO QUE, OS QUE SÃO DO RAMO VÃO AMAR. E OS QUE NÃO SÃO, VÃO QUERER TER. ! DÊ UMA OLHADA NO SITE ABAIXO E DIVIRTA-SE.
https://secure.kyoceraadvancedceramics.com/products/cutlery/kyotop-damascus.aspx
CHEF WALTHER DORIGHELO.
OLÁ PESSOAL !
AÍ VAI UMA DICA SOBRE UM RESTAURANTE MUITO SIMPÁTICO DE UM GRANDE AMIGO MEU CHAMADO ERNANI ASSUNÇÃO. VALE A PENA CONFERIR SE VOCÊ DER UMA PASSADINHA EM NY. ALEM DE MODELO E GASTRONOMISTA EMPRESÁRIO, ERNANI É UM DAQUELES CARAS QUE VALE A PENA CONHECER. O FAMOSO GENTE BOA. CONSIDERO ELE UM GRANDE AMIGO E PASSO À TODOS VOCÊS UMA MATÉRIA DO NEW YORK TIMES E O ENDEREÇO PARA QUEM SE HABILITAR.
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In NoLIta, an Eclectic Menu With a Samba Beat
Lars Klove for The New York Times
Polenta and banana leaves BarBossa makes the most of its size. |
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Published: May 25, 2005
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ARBOSSA is not a Brazilian restaurant per se, but it sure has a Brazilian thing going on. A glass shelf holds a shrine to the soccer star Pelé, a black and white portrait flanked by two flickering votive candles. The wallpaper in the bathroom is a pastiche of magazine articles and newspaper advertisements from swinging ’60’s Brazil.
But those kitschy touches are only accents in what’s otherwise a simply and handsomely appointed restaurant. The front room is done up in blue and white, mainly in tile. Windows and mirrors everywhere make it seem much larger and less congested that it actually is. A large communal wooden table dominates the deep red back room.
In its Elizabeth Street neighborhood, BarBossa could coast on its good looks and effortlessly hip vibe. So it is encouraging that the restaurant isn’t dashing off the food.
The owners, Ernani Assunção, who oversees the front of house, and Tariq Haq, who steers the kitchen, collaborated on the menu, which reflects both of their diverse heritages. Mr. Assunção was raised in São Paulo, Brazil, by parents of Portuguese, Italian and Spanish lineage. Mr. Haq is of Indian and British extraction and grew up in London. To make matters that much more international, the two also own Palacinka, a restaurant on Grand Street named for the Slavic crepes Mr. Haq ate in Bosnia, though the rendition the restaurant serves is, Mr. Assunção said, “really more like the French style.”
Rather than try to trace all those narrative strands to dishes on the very international menu, focus on what BarBossa does well.
The best main courses are cast from an Italian mold. Braciola milanesa ($17), a cheese-stuffed cut of top round, is like a hearty Italian version of chicken-fried steak. Rice Bolognese al forno ($13) and eggplant polenta alla parmigiana ($12) look nearly identical in the dim but flattering candlelight at the restaurant. Both are oven-baked and have similarly rich, deep and rustic flavors. I have no idea what the slender beauties in low-rise jeans who populate NoLIta restaurants will make of these hearty entrees, but while the spring air is still crisp, they’re your best bets.
Other, lighter main courses included two curries (mango chicken, $12, and shrimp avocado, $13) that are tame but ultimately agreeable, and sea bass with banana farofa ($16). The farofa, one of just two distinctly Brazilian dishes at BarBossa, is a fillet of fish heaped with manioc flour and seasonings that is wrapped in a banana leaf and baked. It struck me as bland but not unlovable both times I had it.
Appetizers served in cast-iron pans fared well. Two were simple sautés of sliced yellow onions, cooked until sweet and soft, with either a gamy fresh Italian sausage ($
or shrimp ($9). Neither struck me as a fully realized “dish,” but sometimes that’s O.K. You can plow your way through, stabbing forkfuls of onions and sausage or plump peeled shrimp, and not have to stop your conversation.
Provoleta ($7), a piping hot cast-iron pan half-full of molten provolone cheese scattered with pico de gallo, could be better only if the restaurant served better bread with which to scoop it up. No matter - it’s a fine starter to share. Blabbing on about something one night, I missed most of the creamy hot cheese on top and was left with just the blackened skin of the cheese stuck to the pan below. It is a fine consolation prize.
Salads and sandwiches round out the menu, and there are chalkboard specials every day. BarBossa’s wine list, compact and affordable, is well manicured; the Pugliese rosé will make for excellent summer sipping.
And I know that by the time the temperature demands that rosé, there will be beaches to deal with and dietary asceticism on everyone’s mind. But don’t skip dessert. The Guinness chocolate cake with white frosting ($6) is deliciously retro. A plate of DiPalo’s imported ricotta, dulce de leche and guava membrillo (a vulcanized incarnation of the fruit), fancifully billed as “Romeu, Julieta & the Lover” ($6) is plate-lickingly irresistible.
BarBossa
232 Elizabeth Street (Houston Street), NoLIta; (212) 625-2340.
BEST DISHES Shrimp and onions; rice Bolognese al forno; eggplant polenta alla parmigiana; braciola milanesa; Guinness chocolate cake; cheese plate.
PRICE RANGE Starters, $5.50 to $9.50; sandwiches and main courses, $9 to $17; desserts, $6.
CREDIT CARDS Cash only.
HOURS 5:30 p.m. to 11:30 p.m. Tuesday through Sunday; starting June 1, open every day from 9 a.m. to 11:30 p.m.
WHEELCHAIR ACCESS Ramp to entrance.
| RON YUDD - ESPECIALISTA EM SEGURANÇA ALIMENTAR.Durante sua estada em São Paulo, Ron Yudd - especialista norte-americano especializado em Serv Safe, trazido pelo IH - Instituto de Hospitalidade para treinar os multiplicadores brasileiros que estarão capacitando profissionais em Segurança Alimentar - concedeu uma entrevista exclusiva para Nutrinews, onde enfatizou a importância deste trabalho, avaliou o mercado brasileiro e discorreu sobre a sua experiência e prazer em trabalhar na área de treinamento.
BLOG: Sabemos que o Sr. vem desenvolvendo um trabalho bastante interessante nos Estados Unidos. Fale-nos sobre a sua experiência profissional e o trabalho que realiza. Ron Yudd: Trabalho há 32 anos em cozinha e operações de restaurantes. Antes de trabalhar para a NRA Foundation, fui, por 21 anos, Diretor de Foodservice no Senado dos Estados Unidos, em Washington, DC. Agora tenho minha própria empresa, onde o treinamento em segurança alimentar é um dos produtos. Costumo viajar pelos Estados Unidos falando também sobre liderança, e como este fator está relacionado com a lucratividade.Meu trabalho com a NRA Foundation é ajudar no desenvolvimento e na preparação de material de treinamento para o Programa de Segurança Alimentar. Estou muito orgulhoso em participar da preparação de material para educadores, e esta é uma das razões da minha presença aqui no Brasil - trabalhar com os professores que estão na sala e ajudar a treiná-los. Essa é a razão principal que me trouxe para atuar com os especialistas brasileiros em Segurança Alimentar, encorajando-os e apresentando ferramentas que permitam transmitir este conhecimento aos profissionais de restaurantes. Produzimos, juntamente com a equipe do NRA Foundation, de Chicago, uma nova série de vídeos que tem sido muito bem aceita. Três dos seis vídeos que estamos usando neste treinamento fazem parte desse novo conjunto, que ainda não está disponível para venda. Assim, os participantes deste curso são os primeiros a ver o novo material, tanto aqui quanto nos Estados Unidos, o que me deixa muito contente. BLOG: O que é o Programa Serv Safe e para que ele serve? Ron Yudd: O Programa Serv Safe é projetado e construído para aumentar o nível de consciência sobre Segurança Alimentar nas pessoas que estão envolvidas em todas as fases do processo de preparação de alimentos nos restaurantes. Nossa proposta é educar o responsável pelo restaurante, seja ele um gerente ou o próprio chef, e atingir por fim os demais colaboradores que atuam com ele. Assim temos um objetivo duplo: primeiro, ensinar e certificar o líder no restaurante e, em segundo lugar, levar essa educação também ao nível dos empregados. No meu país, já certificamos mais de 1 milhão de pessoas na indústria de restaurantes e temos muito orgulho disso. Temos novos materiais educacionais para auxiliar nesta missão. Um dos blocos que estamos apresentando no treinamento do IH, aqui chamado de Programa Essencial, traz informações fundamentais, incluindo tudo o que é necessário para obter o certificado de Segurança Alimentar. O treinamento pode ser oferecido em apenas um seminário com duração de um ou dois dias. BLOG: Qual é a importância deste programa para o NRA - National Restaurant Association e seus associados? Ron Yudd: A prioridade número 1 do programa é a segurança alimentar do cliente, que é o verdadeieo objetivo de nosso negócio. Porém, é interessante notar que as novas práticas resultam em maior segurança para os próprios empregados e suas famílias, pois com o aprendizado do correto manuseio dos alimentos ele aplicará estes conceitos em sua própria casa e com isso estará preservando a saúde de seus familiares.O manuseio correto de alimentos evita várias doenças, assim aprender esses procedimentos é uma verdadeira “Caixa de Ferramentas Universal”, de utilidade para o restaurante e para o empregado. Constatamos também que a atuação da imprensa na divulgação de notícias sobre práticas seguras e inseguras nos restaurantes, fez com que o cliente norte americano tivesse uma conciência sobre segurança alimentar. Isto fez com que este cliente começasse a selecionar com mais critério os restaurantes que frequenta. Logo, este é mais um benefício do programa: os estabelecimentos que têm funcionários treinados em segurança alimentar, acabam passando uma boa imagem para seu público e, consequentemente atingem uma maior lucratividade, beneficiando-se no momento da escolha por parte do frenquentador. BLOG: Um dos fatores que contribuem para o comprometimento da segurança alimentar no Brasil é o baixo nível educacional da maioria dos empregados que atuam nos restaurantes. Por outro lado você tem os proprietários buscando maior lucratividade. Como tratar isto ? Ron Yudd: Esta é uma das razões por quê este programa me entusiasma. Desenvolvemos ferramentas de treinamentoque facilitam o ensino para todos os níveis de funcionários, onde o aluno não tem que ler nada para memorizar um processo, apenas vê o que está sendo feito em vídeo, e aprende através de encenação. Encorajamos as pessoas a fazerem treinamento diário, em períodos curtos, assim elas retêm as informações.Descobrimos em nossas aulas que o empregado vai memorizar exatamente o que ele faz ou fala, e é justamente esse mecanismo que permite que ele aplique seus conhecimentos quando estiver atuando em seu trabalho. Esta é nossa nova abordagem, melhor que forçar o treinamento.O responsável pelo restaurante seja ele proprietário ou gerente, deve obrigatóriamente ter conhecimentos sobre o programa. Não basta dizer: “Você tem que fazer isto”, é necessário modelar as pessoas para que elas queiram fazê-lo e criar entusiasmo no local de trabalho para despertar o interesse pela segurança alimentar. O responsável pelo restaurante tem que ser um modelo para o empregado, se essa pessoa não lava as mãos, não usa touca ou chapéu, quando necessário, os empregados não se sentirão motivados em fazê-lo. Pensam assim: “se ele não usa (ou faz) por que eu tenho que usar (ou fazer)?”. Por isso, é importante encorajar funcionários de cargos superiores a agir como modelo. BLOG:O que você recomenda para os proprietários de restaurante e profissionais que atuam na área? Ron Yudd: Tudo evolui da Segurança Alimentar, seja a lucratividade ou a felicidade dos clientes. O que temos conversado neste seminário é, justamente sobre a necessidade sentarmos juntos e estabelecermos não somente uma legislação, mas alguns padrões úteis para profissionais que atuam nas áreas de limpeza e higiene nas cozinhas, recepção de mercadorias, controle de temperatura, etc. É interessante notar como o grupo tem se mostrado ansioso e interessado para estabelecer esses padrões. Assim, a melhor coisa que posso dizer aos profissionais é que fiquem atentos pois a segurança alimentar é um assunto que tem se tornado cada vez mais importante devido a várias razões, entre elas, a própria segurança do cliente, e a consciência que ele tem adquirido em relação à matéria. Hoje, não basta somente oferecer um bom serviço ou uma boa comida. É importante que proprietários e operadores estejam atentos a essas novas manifestações dos clientes e que não fiquem passivos em relação à segurança alimentar. Ela deve ser colocada acima de outros itens, igualmente importantes, como aparência do alimento, sabor, nível de serviço prestado, etc. Os clientes estão cada vez mais exigentes e este assunto está se tornando um fator crítico de sucesso, devendo ocupar posição de destaque nas preocupações dos profissionais da área pois este trabalho pode ser o diferencial na lucratividade de seu restaurante. CHEF WALTHER DORIGHELO. |